domingo, 26 de maio de 2013

ORQUESTRA CONTEMPORANEA DE OLINDA

Marcelo Veiga
(81) 9658-6083

NO MATTER WHAT DAY IS TODAY.
IT’S CARNIVAL INSIDE OF US.


#PraFicar - Baixe agora! www.orquestraolinda.com.br

BiografiaMúsica que toca lá dentro e desperta aquela
vontade da gente ser feliz. Porque a gente sai
de Olinda para tocar pelo mundo, mas Olinda
não sai da gente. E assim a gente segue o
nosso caminho. Trazendo todo mundo para
cá. Levando o nosso mundo por aí. Aqui tem
um pouco sobre a Orquestra Contemporânea
de Olinda. Seja bem-vindo.

NÚMEROS MUSICAIS

Em 2008, a OCO lançou seu primeiro álbum,
que levava o nome da banda. Com ele, foi
indicada ao Prêmio da Música Brasileira
(2009) e ao Grammy Latino (2010). O Globo
elegeu o show da turnê de lançamento o
Melhor Show do Ano (2008). Em 2012,
lançou “Pra Ficar”. Logo no show de
lançamento, 15 mil pessoas lotaram a Praça
do Carmo (Olinda). No primeiro mês após
o lançamento, 10 mil downloads. Quase 15
mil pessoas na fan page da Orquestra, no
Facebook. R$ 350 mil em mídia espontânea.
A Orquestra Contemporânea de Olinda faz
música que conversa com o Brasil.

Disco e show indicados pelo New York Times

É PULSANTE, ORIGINAL.
Arto Lindsay, produtor do álbum “Pra ficar”
da OCO.

OCO:: ORQUESTRA CONTEMPORÂNEA DE OLINDA
- Album and show recommended by the New York Times.

“IT’S VIBRANT, ORIGINAL” . (Arto Lindsay, producer of the “Pra ficar” album of the OCO. 


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sexta-feira, 24 de maio de 2013

A NOVA MUSICA DO RECIFE APORTA EM IPANEMA

Marcelo Veiga
(83) 9189-3003
marceloveiga@hotmail.com
JuveNil Silva misturando MPB, rock e psicodelia

Recife - É em clima de desbunde elétrico que começa a segunda edição do projeto Levada, no Oi Futuro Ipanema. Na sexta e no sábado, às 21h, quem se apresenta por lá é o cantor e compositor pernambucano JuveNil Silva, ponta de lança de uma nova cena de Recife, que revive o espírito udigrudi dos anos 1970, com rock, folk, psicodelia e pirações diversas. Músico das bandas Canivetes (de rock) e Dunas do Barato (de MPB), JuveNil estreia no Rio com o repertório de seu primeiro álbum, “Desapego”, que jogou na internet em janeiro.




— Serão dois shows bem diferentes — promete o artista, que vem com uma banda reunindo músicos do Canivetes, do Dunas e de outro grupo da cidade, o Sabiá Sensível. — O de sexta será do agito. E o de sábado, da calmaria, com mais viola. Mas também com agito.

“Hitchcock rock”, “Meu freeweelin do Bob Dylan” e “Pomba gira violeta” são músicas de “Desapego” que devem fazer parte do show, junto com outras que JuveNil compôs para outros artistas e algumas inéditas, como “Bodeado” e “Exorcismado”, que estarão em seu segundo álbum, a ser gravado em Recife a partir do mês que vem.

— Eu sou muito agoniado, quero produzir! — desabafa o artista, que na semana passada se viu na infelicidade de ter que adiar uma esperada edição da Noite do Desbunde Elétrico, reunião dos novos artistas de Recife identificados com o ideal udigrudi. — Choveu muito na sexta-feira. E aqui é mangue, né, véio? Ficou para a semana que vem.

Curador do Levada, projeto dedicado a apresentar artistas instigantes de várias regiões do país, o DJ e produtor Jorge LZ fala sobre a escolha de JuveNil para abrir o festival.

— Ele era o artista mais pronto da cena do Desbunde Elétrico — analisa Jorge. — E seu trabalho tem uma coisa que ficou meio esquecida entre os músicos mais novos: o senso de humor.

Até novembro, o Levada apresentará shows de 20 artistas, como a paulistana Andreia Dias (dias 31 e 1º de junho), o carioca Brunno Monteiro (7 e 8), a paranaense Janaina Fellini (14 e 15) e o duo baiano Dois em Um (21 e 22).


Fonte: http://oglobo.globo.com/cultura/a-nova-musica-de-recife-aporta-em-ipanema-8482212

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